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O Desportivo continua a preparar a próxima temporada e este domingo ficou marcado pelo anúncio da contratação do lateral-esquerdo Luís Martins ao Marítimo a custo zero, fechando esta posição do plantel do Chaves.

 

Dois dias depois do anúncio de Daniel Ramos como treinador dos Valentes Transmontanos, eis que temos mais um elemento a fazer a viagem entre a ilha da Madeira e Trás-os-Montes, com o lateral-esquerdo Luís Martins, antigo internacional pelos Sub-20 portugueses, a estar sob o comando do novo técnico flaviense pela terceira temporada consecutiva. Mas quão bom é este jogador?

 

As semelhanças a Djavan deste lateral ofensivo

 

A capacidade de jogo ofensivo é o destaque do novo reforço do Chaves, com um drible de qualidade, um hábito constante em subir até ao meio-campo contrário, a procura constante pelo cruzamento próximo da linha de fundo e inclusivé um pontapé de longe que já lhe valeram vários golaços ao longo da carreira profissional.

 

As subidas para apoiar o ataque são quase semelhantes às que Djavan já fazia no Desportivo na última temporada, pelo que a ausência do brasileiro não será um golpe tão grande na forma da equipa jogar esta temporada. Porém, se compararmos com Furlan, a diferença é muito maior e com vantagem para o ex-internacional português, já que tem mais capacidade para apoiar o ataque, não tende a perder-se tanto na ala e não inventa tanto como o brasileiro, pelo que terá um contributo muito maior à equipa.

 

Porém, a capacidade de ataque do mais recente Valente Transmontano tem o seu reverso da medalha no processo defensivo, já que as subidas constantes deixam a defesa flaviense susceptível a contra-ataques adversários, um calcanhar de aquíles que nos acompanha desde a temporada passada. No entanto, Luís Martins recebeu o voto de confiança de Daniel Ramos por diversas vezes no Marítimo, pelo que não terá certamente dificuldades a adaptar-se ao novo futebol flaviense.

 

Ainda falta saber como este Desportivo de Chaves, com novo timoneiro, irá encarar os jogos e se haverá grandes diferenças em relação ao futebol apresentado pelo Marítimo mas, por agora, parece que Daniel Ramos terá um plantel com bem melhores opções que aquele que encontrou nos Barreiros ou até mesmo aquele que Luís Castro teve na época passada, pelo menos no que diz respeito à profundidade.

 

 Do Mundial Sub-20 à La Liga

 

Com passagens pela formação de Boavista, Cracks de Lamego, Diogo Cão e Benfica, estreou-se pelos seniores encarnados na época 2011/12 logo no maior palco de todos: um encontro contra o Basileia para a Liga dos Campeões. Nessa temporada só voltou a ser titular nas duas últimas jornadas, contra o U. Leiria e V. Setúbal.

 

Ainda no último ano de Júlio jogou pela seleção nacional no Mundial Sub-20, sendo titular em dois encontros (contra a Argentina e Uruguai) e jogando 66 minutos divididos por duas partidas (Camarões e França). Na final, esteve no banco de suplentes mas acabou por não ser lançado por Ilídio Vale.

 

Na época seguinte cumpriu metade da temporada no Benfica B (15 jogos e 2 golos) e deu o salto em janeiro para o Gil Vicente, na altura na Primeira Liga, onde cumpriu 18 jogos, 16 como titular. Em 2013/14 continuou a ser titular regulamente na equipa de Barcelos, com 27 jogos e 2 golos, que lhe valeram a ida para o Granada e disputar a Liga Espanhola.

 

Depois de apenas 16 jogos em duas épocas e meia, uma delas no Osasuna da 2ª Liga espanhola, regressou a Portugal para jogar no Marítimo, num empréstimo de dois anos aos insulares, onde jogou 13 jogos na primeira temporada e 18 na que agora terminou. Sendo titular no início da época, perdeu o lugar no onze para o ex-Chaves Rúben Ferreira, depois de ter anunciado que não queria continuar nos Barreiros.

 

Terminado o vínculo quer no Marítimo, quer no Granada, chega agora a Trás-os-Montes com um contrato de dois anos.

 

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