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Equipa B do GD Chaves alcançou o título de campeão da Divisão de Honra da AF Vila Real e garantiu a subida ao Campeonato de Portugal, num percurso praticamente imaculado na distrital.

 

Numa época histórica para a equipa principal do Chaves, também os "bês" mostraram o que valem e trouxeram para o Municipal o troféu de campeão distrital e vencedor da Taça Transmontana, numa temporada de sucesso para um plantel constituído por jogadores flavienses e da formação do Desportivo.

 

Plantel apetrechado de jovens locais sedentos por oportunidades

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A construção da equipa B esteve especialmente concentrada em jogadores transmontanos ou formados no clube, conseguindo a direção juntar alguns dos melhores jogadores a sair das camadas jovens flavienses na equipa secundária do Desportivo, como os regressados Ruca, Mica Borges, Francisco Delgado ou Lamine Bá e ex-juniores com potencial como Afonso Oliveira, Hélder Martins, Simão Martins, entre outros. Por outro lado, a experiência de Nuno Dias e Gustavo Souza consolidaram um grupo jovem e cheio de potencial.

 

Os pupilos de Carlos Guerra conseguiram um registo invejável no principal escalão do futebol distrital transmontano e deixaram bons apontamentos para o futuro do jogador flaviense no futebol português. Apesar de nenhum jogador ter sido convocado para a equipa principal (até porque falta dar o passo de ter jogadores da formação inscritos na equipa A), foram vários os atletas que entraram nos trabalhos de Luís Castro ao longo da temporada, com destaque para Ruca, o mais utilizado, bem como as chamadas de Afonso Oliveira, Simão Martins, Sabinbi, Faissal, Canina, entre outros jovens que trabalharam de perto com os seniores.

 

Também os adeptos tiveram a oportunidade de ter contacto próximo com a nova equipa B que, após um início de temporada a jogar no campo João de Oliveira, em Vidago, passaram a jogar no campo de treinos junto ao Municipal, algo que não acontece com outras equipas da formação, como os juniores que jogam em Pedras Salgadas, e a própria equipa principal, que treina em Vila Pouca de Aguiar. Na próxima temporada, porém, as mudanças são muitas com uma aproximação maior entre as equipas e os adeptos após a inauguração dos novos campos de treinos, bem perto do estádio.

 

Época fantástica deixa boas indicações para o CPP

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Comandados por Carlos Guerra, treinador com longo historial na Divisão de Honra da AF Vila Real, com dois campeonatos distritais e uma Supertaça, os jovens Valentes Transmontanos tiveram um percurso fantástico no principal escalão do futebol transmontano com 25 vitórias, dois empates e apenas uma derrota, logo no início da temporada, diante do Régua. O conjunto azul-grená também conseguiu ter o melhor ataque, com 95 golos, e a terceira melhor defesa, com 14 tentos sofridos (atrás de Régua e Vila Real, com 9 e 11 golos sofridos, respetivamente).

 

Após a conquista do campeonato vilarealense, o Chaves B defrontou o Mirandês (vencedor da distrital de Bragança) para a Taça Transmontana, uma supertaça entre os campeões dos dois distritos transmontanos, e levou a melhor sobre o seu oponente com uma vitória por 2-0 com golos de Ruca e Micael Borges. Na temporada de estreia, logo dois troféus para os comandados de Carlos Guerra, que poderiam ser três se a equipa não ficasse impedida de disputar a Taça da AFVR.

 

Também o melhor marcador do campeonato levava Chaves ao peito, conseguindo 24 golos em toda a competição, incluíndo quatro "bis" e uma "manita", diante do Cerva, numa goleada por 6-0. Estamos a falar de Gustavo Souza, mítico jogador brasileiro, que está no Chaves desde 2005 (com um pequeno hiato entre 2008 e 2010) e que vestiu a camisola principal do Chaves em todos os escalões excepto na Primeira Liga. Já a caminho dos 34 anos, aceitou ensinar os mais jovens em vez de partir para outras paragens e foi peça fundamental nesta subida.

 

Na próxima temporada, os "bês" do Desportivo vão estar no Campeonato de Portugal , um dos campeonatos mais competitivos do futebol português, e terão uma tarefa árdua para conseguirem a manutenção frente a equipas fortes como o Merelinense, Vilaverdense, Vizela ou Fafe e os rivais transmontanos Mirandela, Pedras Salgadas e Montalegre. Vem aí uma época difícil para os jovens flavienses, mas orientados por um técnico que já alcançou a manutenção com uma equipa jovem e transmontana no Pedras, há a experiência para se conseguir a manutenção destes jogadores num campeonato fabuloso para a evolução dos atletas.

 

Uma coisa é certa: esta equipa B é uma lufada de ar fresco na formação de jogadores flavienses e o futuro augura-se brilhante para os atletas de Chaves, tão prejudicados pela interioridade e que, agora, terão oportunidade de se mostrar à equipa principal do Desportivo e aos vários olheiros que vasculham as pérolas desconhecidas do CPP.

 

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